Presa, negra e travesti: devemos ser todas Verônica

    Ninguém perde, ou ao menos deveria perder, sua cidadania por ser travesti, por ser negra ou por estar presa. Nessa tripla condição social, Verônica Bolina nos denuncia, com seu próprio corpo, os tratamentos mais preconceituosos e desumanos dispensados por nosso Estado

    Por Renan Quinalha, especial para a Ponte

    arte verônica 2
    Arte da campanha em defesa de Verônica Bolina que viralizou na internet | Reprodução

    Mais uma vez, uma travesti tornou-se visível aos olhos da sociedade e dos poderes públicos não pelo reconhecimento de sua existência e pela garantia plena de sua cidadania, mas por conta da violência brutal que sofreu enquanto estava sob custódia de forças de segurança pública.

    Trata-se do caso de Verônica Bolina, que foi detida no último domingo (12/04) sob acusação de ter entrado em conflito com uma vizinha. Além disso, ela também é acusada de ter atacado e arrancado a orelha de um carcereiro quando estava sendo transferida de cela no 2º Distrito Policial, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo.

    Se apurada sua responsabilidade por esses atos ilícitos, Verônica deve ser processada em conformidade com a lei, que prevê procedimentos e sanções que obrigam a todos, inclusive os agentes públicos.

    No entanto, foram veiculadas, nos últimos dias pelas redes sociais e pela imprensa, imagens chocantes de seu corpo nitidamente torturado e de seu rosto totalmente desfigurado. Verônica aparece com mãos e pés algemados, jogada no chão e cercada por policiais armados. Ela foi exposta nua nas fotografias, com seus seios de fora, suas calças rasgadas e com seus cabelos, antes longos, cortados.

    A narrativa oficial, como tantas outras versões policiais de violência estatal que oscilam entre o cinismo e a fantasia, é a de que Verônica teve de ser contida mediante uso da força em virtude do risco que ela oferecia aos agentes públicos envolvidos.

    Em primeiro lugar, o uso legítimo da força pela polícia deve ser feito de modo proporcional e razoável, dentro dos limites legais. Para “conter” uma pessoa que esteja cometendo um ato ilícito, não se justifica desfigurar um rosto com tantos golpes e pancadas. É também de responsabilidade da polícia não permitir que ela seja agredida por outros detentos.

    Verônica Bolina, antes de ser agredida por policiais civis em delegacia de SP
    Verônica Bolina, antes de ser agredida por policiais civis em delegacia de SP

    Um segundo aspecto a ressaltar são as violências simbólicas e morais, mas não menos graves, que uma polícia despreparada para lidar com a diversidade de identidade de gênero praticou neste caso. Ao cortar os cabelos de Verônica, destituindo-lhe, forçosamente, de um traço social importante de sua identidade, os agentes públicos envolvidos transgrediram normas estabelecidas pelo próprio governo do Estado de São Paulo quanto ao tratamento de travestis e transexuais no âmbito do sistema prisional nos termos da Resolução SAP – 11, de 30-1-2014.

    Resta evidente que por preconceito e por ignorância os agentes envolvidos tiveram como objetivo não apenas “conter” Verônica, mas humilhá-la publicamente e submetê-la a condições degradantes simplesmente porque ela tem uma identidade de gênero distinta de seu sexo biológico, desafiando as normas de regulação das sexualidades baseadas no patriarcalismo, na heterossexualidade e na cisgeneridade.

    A exposição dela em fotografias tiradas quando ela se encontrava dentro de dependências policiais e sob custódia do Estado tornam, objetivamente, este responsável também por essa exposição em estado de extrema vulnerabilidade.

    Ontem veio a público um depoimento de Verônica em que ela mesma teria “confessado” seus crimes. Ela diz que estava “possuída” e que a polícia apenas fez seu papel ao “contê-la”. Ela afirma que “todo mundo está achando que eu fui torturada pela polícia, mas eu não fui. Eu simplesmente agi de uma maneira que eu achava que estava possuída, agredi os policiais, eles só agiram com o trabalho deles. Não teve agressão de tortura. Cada ação tem uma reação, eu agredi e fui agredida. Eles tiveram que usar das leis deles para me conter, então não teve de nenhuma forma tortura. Eu só fui contida, não fui torturada”.

    Obviamente, que ouvir vítima é uma fase fundamental da investigação e um importante instrumento para empoderamento para reparação das violências sofridas. No entanto, um depoimento dado após tamanho trauma, em estado de fragilidade física e emocional, provavelmente em surto pela alegação de estar “possuída”, com a vítima ainda em poder dos mesmos agentes públicos, em flagrante contraste com que as imagens demonstram, não pode ser alçado sem maiores questionamentos à condição de verdade oficial.

    Não podemos assumir acriticamente enquanto cidadãos e muito menos como autoridades investidas do dever funcional de garantir a apuração desse caso, especialmente a Coordenadoria para Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, a versão de que a vítima é responsável por ser barbaramente agredida. Bem sabemos como violências sob esse recorte de gênero estão sempre acompanhadas de discursos perversos de culpabilização da vítima e de especulação sobre sua moralidade sexual.

    Em situações de violência institucional do Estado, o ônus da prova deve ser invertido, de modo que não recaia, sobre os ombros da vítima já afetada física e psicologicamente, o dever de comprovar esses fatos diante das dificuldades em obter tais evidências contra o Estado. Este tem maiores condições e deve ser cobrado para comprovar que não houve excesso e abuso policial.

    A travesti Verônica Bolina rendida na carceragem da delegacia do Bom Retiro, região central de SP
    A travesti Verônica Bolina rendida na carceragem da delegacia do Bom Retiro, região central de SP

    Este caso não pode ser dado como se já estivesse resolvido com o depoimento de Verônica em uma gravação realizada pela autoridade policial ainda com ela detida. Uma investigação profunda e séria precisa ser levada a cabo, com participação dos órgãos oficiais de proteção e promoção dos direitos de pessoas LGBT dos diversos níveis de governo (municipal, estadual e federal) para apuração e responsabilização rigorosa.

    Além disso, é preciso garantir um acolhimento psicológico e jurídico adequado para Verônica, de modo a impedir que novas violações de direitos sejam praticadas. Seu depoimento precisa ser colhido livre de pressões e longe desse contexto de fragilidade em que ela se encontra, sujeita a pressões e até ameaças eventualmente.

    Verônica tem razão em um aspecto. Os policiais usaram “as leis deles”. Contudo, essas leis policiais não são as mesmas do Estado Democrático de Direito, que deve assegurar, conforme os tratados internacionais e a Constituição de 1988, a defesa dos direitos humanos de todas as pessoas, independentemente de a pessoa encontra-se em situação de privação de liberdade por ter cometido qualquer crime.

    Ninguém perde, ou ao menos deveria perder, sua cidadania por ser travesti, por ser negra ou por estar presa. Nessa tripla condição social, Verônica nos denuncia, com seu próprio corpo, os tratamentos mais preconceituosos e desumanos dispensados por nosso Estado, que ainda prefere a exceção das violências contra LGBTs, negras e presas à democracia.

    Renan Quinalha é advogado e militante de direitos humanos. Organizou, com James N. Green, o livro “Ditadura e Homossexualidades: repressão, resistência e a busca da verdade” (EdUFSCar, 2014).

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    Vitor Grando
    Vitor Grando
    7 anos atrás

    Uma pessoa é presa por tentar matar uma senhora idosa. No cárcere, num gesto provocativo baixo bota a genitália para fora e começa a se masturbar, o que, evidentemente, enfurece os demais detentos. O carcereiro entra na cela para retirá-la e, não satisfeita, ela arranca a dentas a orelha do carcereiro.

    Em razão da briga pela qual foi presa e da briga com o carcereiro, a pessoa foi espancada ficando com o rosto um tanto desfigurado. Nada além de uma compreensível reação do carcereiro.

    Há a possibilidade de os policiais teriam reagido desproporcionalmente e espancaram a tal pessoa deixando – por isso – o seu resto bastante desfigurado, o que é evidentemente um erro INDEPENDENTEMENTE do que o criminoso fez e devem ser julgados por isso.

    Não resta dúvidas, porém, de que se trata de uma pessoa perturbada, doentia cujo devido lugar é o cárcere. Bom, não restaria se a tal pessoa não fosse… uma travesti.

    De acordo com o patético deputado Jean Wyllys, aquele a quem a mídia nunca pressiona e sempre trata com todo tato, tudo isso se resume a: “transfobia”. Verônica é a bandeira da vez. Esqueçamos tudo que ela fez. É uma santa. Um mártir.

    É claro, sabemos todos, isso não acontece no cárcere com pessoas heterossexuais, não é mesmo? Verônica sofreu o que sofreu não por estar colhendo o fruto de suas próprias ações. Na lógica wyllysiana, o bandido vira mocinho; mocinho vira bandido.

    Dá pra levar essa bobagem a sério?

    Renato
    Renato
    7 anos atrás

    Vitor, bobagem é a lógica que você utiliza. O que Verônica fez ou deixou de fazer não importa nesta oportunidade. Aliás, pelos fatos imputados que envolvem a vizinha e o carcereiro, ela responderá a um processo e, se comprovada culpa, deverá suportar as penas cominadas. Isso ninguém discute porque é uma obviedade ululante. O que está em jogo é a transfobia, assunto sim que muitos, como você, não estão dispostos a discutir. Verônica pode ser culpada no entrevero com a vizinha e o carcereiro, mas também é vítima sim, em relação a agentes policiais que a humilharam. É uma burrice, se não preconceito mesmo, supor que ser culpado por um fato impossibilita ser vítima por outro.

    Ana Célia
    Ana Célia
    7 anos atrás
    Responder a  Vitor Grando

    Quanto ao comentário acima….
    Então qual a necessidade de cortar os cabelos de Verônica? E fotografá-la..? Por que?
    “Bobagem seria”…tudo no Brasil é uma BOBAGEM SÉRIA!!!!
    Me polpe…

    Sergio
    Sergio
    7 anos atrás
    Responder a  Vitor Grando

    Concordo em quase tudo, só com a correção, Vitor, “…se trata de uma pessoa perturbada, doentia cujo devido lugar é o cárcere”… Pessoas doentes não podem ser encarceradas e sim tratadas. Senão estaríamos de volta à idade média, né mesmo e o mundo e a civilização tem que evoluir.

    Maria
    Maria
    7 anos atrás

    Todos vocês que estão defendendo vão tomar no cú. Se ele foi preso , boa coisa não fes. O cara agredir uma idosa e depois arrancar a orelha do carcereiro tinha que apanhar mesmo. Me poupe todos vocês que estão tratando-o como se ele não estivesse feito nada,
    Por isso que o Brasil está essa merda. Vocês dão ênfase a um assunto no qual o errado tem que sair como o certo. País de merda!!! A mídia faz com que pessoas se preocupem com uma noticia desse tipo para que as coisas que realmente são importantes passem despercebidas. Acorda Brasil!!!! É só isso que fazem mesmo, defendem pessoas erradas , inúteis!

    Maria
    Maria
    7 anos atrás

    Todos vocês que estão defendendo vão tomar no cú. Se ele foi preso , boa coisa não fez. O cara agredir uma idosa e depois arrancar a orelha do carcereiro tinha que apanhar mesmo. Me poupe todos vocês que estão tratando-o como se ele não estivesse feito nada,
    Por isso que o Brasil está essa merda. Vocês dão ênfase a um assunto no qual o errado tem que sair como o certo. País de merda!!! A mídia faz com que pessoas se preocupem com uma noticia desse tipo para que as coisas que realmente são importantes passem despercebidas. Acorda Brasil!!!! É só isso que fazem mesmo, defendem pessoas erradas , inúteis!

    Liah
    Liah
    7 anos atrás

    Eu NÃO SOU, pois não me drogo e vivo com dignidade, essa pessoa, tentou matar uma idosa de 73 anos COVARDE! Obviamente estava sobre efeito das drogas e olha q ele ainda agrediu outra travesti q tentou defender a idosa, foi presa justamente na cadeia sofreu agressão, de fato foi um erro o Estado deveria zelar por sua integridade. Pronto falei o q eu penso por isso não sou Veronica, porq eu sei observar os fatos objetivamente sem defender cegamente uma pessoa errada e olha q eu nem citei a orelha do carcereiro q ela arrancou, p mim eu até acho q foi como ela tetou se defender das agressões, agora me deixa extremamente chateada a defesa cega desse rapaz sem citar ao menos a idosa/mulher q ela tentou matar.

    Marcio
    Marcio
    7 anos atrás
    Responder a  Vitor Grando

    O que não dá para levar a sério é alguém justificar qualquer agressão por alguém agrediu. E no mais, quando cita o Jean Wyllys de forma a desqualificá-lo já há um posicionamento do Sr. Vitor. Não se combate violência com mais violência.

    Carmen
    Carmen
    7 anos atrás

    Quanta apelação!!! Começando a ler tal artigo de opinião, fui, instantaneamente, informada de que o réu, intutulado de Veronica, era negro e travesti, como se negro e travesti fossem duas coisas ruins, características que atraem o castigo. Porém, o real foco dessa reportagem deveria ser a agressão sofrida por um cidadão, independente de suas características fisicas, levando em consideração os atos proferidos pelo acusado. Afinal, agredir um idoso é normal? Arrancar a orelha de uma pessoa é normal? Muito pelo contrário, os atos realizados por ele/ela transgridem a liga do anormal e chegam a ser doentios. De normal, nessa história toda, só temos a aparência de Verônica, que vem sendo usada como uma justificativa as agressões sofridas por ele/ela. Independente de sexo, ou cor, como todos temos conhecimento, a justiça carcerária tem problemas, inclusive os presos agridem uns aos outros, isso já virou corriqueiro, e com Verônica, ou qualquer outro brasileiro que comete um crime – sim o criminoso nessa história toda é ele/ela – estará sujeito a tais negligências.

    Tiago
    Tiago
    7 anos atrás

    Eu desconheço o que o travesti fez para estar preso, mas eu reparei que ninguém se sensibilizou com o agente que teve a orelha arrancada, ninguém olhou pra ele, sendo que ele está ali cumprindo o papel dele. Aí o travesti apanhou, não sei qual foi a motivação disso, vem todo mundo defender o pobrezinho.

    Andressa
    7 anos atrás

    Renato, parabéns.Melhor resposta sensata do que a sua não podia ter.

    Paulo
    Paulo
    7 anos atrás

    Ela não teve cabelo cortado. Isso ai que ela usava era peruca. Agora parem de endeusa-la. A bicha agride uma idosa de 74 anos e segundo consta foi tentativa de homicidio culposo alem de outras duas outras pessoas no predio onde ela alugava ap pra fazer programa.
    Arranca um pedaço da orelha do carcereiro, xinga e desrespeita os policiais, na cela arranca o pau pra fora e começa a se masturbar (outro crime) desrespeitando os companheiros de cela. Sem contar que essa dai deve ter mais de 1.80 de altura, é marombeira e certamente partiu pra porrada na hora de ser algemada, haja visto ser forte pra caramba e toda travesti adora um barraco, coisa que essa dai ama.

    Não concordo com o espancamento, mas podem ter certeza que muito do que ela levou foi o que ela plantou. Essa dai ta longe de ser santa.

    A policia errou, mas não venham transformar essa travesti em santa, em coitadinha, que coitadinha isso nao tem nada. Inclusive queria deixar a sugestão pra policia usar luvas cirurgicas ao lidar com ela, pq isso deve ta cheio de DST.

    n.
    n.
    7 anos atrás

    O relato de que ela bateu na senhora, que se masturbou dentro da cela e que arrancou a orelha do carcereiro às dentadas, senão em legítima defesa, parte exatamente dos “responsáveis” por mantê-la em segurança enquanto em custódia do Estado. Todavia, o que se vê em seu corpo nu dentro de uma carceragem masculina, em seu cabelo raspado, em seu corpo rasgado e em sua face completamente dilacerada de qualquer humanidade, aparentemente não representa exatamente o que se espera de “agentes à serviço da segurança pública”.

    Considerar o depoimento da força como absoluta verdade, neste caso, é tão lógico como considerar a raposa com as penas do pinto à boca. Das uvas da videira envenenada, tomaram-nas não apenas a polpa, como chuparam os caroços até o fel.

    O que aconteceu com o rosto de Verônica após entrar nas dependências estatais? Sua calça rasgou exatamente às nádegas por quê? Escorregou e caiu? Talvez enquanto algemada nos tornozelos. Sua blusa, após a queda, ficou onde? No ateliê de um Van Gogh paulista, quem sabe…

    Se o homem já errou por seus instintos, porque animal, hoje erra por seu ego, porque humano. Como se algum revenge porn pudesse fazer sentido, no caso de Verônica, fá-lo: aqueles peixes que registraram a minhoca – quase morta ao chão – tiveram seus dedos pegos pelo anzol.

    É apenas questão de tempo para que o Ministério Público recolha o molinete.

    Nathália Campos
    Nathália Campos
    7 anos atrás
    Responder a  Vitor Grando

    Parabéns! Finalmente alguém conseguiu transcrever em palavras o que tanto queria dizer.
    É muito fácil a mídia sensacionalista oprimir o ponto crucial da história e reescreve-la de forma que se torne passível de sua própria opinião, esquecendo do sangue que jorra todos os dias da cela brasileira com heterossexuais.
    P.S.: Vivo rodeada por trans e homossexuais e mesmo nessa posição acredito que a cada reação há uma ação, resumidamente: mereceu.

    Tony Stark
    Tony Stark
    7 anos atrás
    Responder a  Ana Célia

    Chega de sentimentalismo! Este bandido tentou matar uma senhora, o que tem demais um bandido ser espancado? Acho até que foi pouco, na China com certeza daria pena de morte.

    Apw
    Apw
    7 anos atrás

    Se fosse um outro preso qualquer ninguém nem iria falar nada agora porque é traveco ficam com essa estorinha de direitos e isso e aquilo,,,, se o cara me arranca um pedaço da orelha certamente eu também ia descer porrada no peão….Porque vocês não vão atrás de defender crianças que são abusadas todos os dias, pessoas idosas a integridade da familia…. não… ficam atrás de um cara desses vai pro inferno! o mundo esta acabando mesmo.

    Recardo
    Recardo
    7 anos atrás

    E se Verônica fosse heterossexual e a idosa a qual ela espancou e tentou matar fosse um travesti?

    Hoje estariam mostrando a vulnerável “pobre, negra, indefesa travesti agredida pela vizinha, que foi presa e ainda arrancou a orelha de um carcerario”.

    Achem o que fazer. Há pessoas inocentes morrendo.
    Façam alguma coisa plausível ao invés de defender uma criminosa somente por ser travesti. Isto chama-se lei de causa e efeito, ou karma se quiser. Ela paga aquilo que ela causa. O que ela atrai ( odio e violencia) ela terá. Verônica deve sim ser presa (se necessario em hospital psiquiatrico) mas presa! Lembrem-se, antes de travesti, ela é criminosa…..e certamente esquizofrenica.

    Recardo
    Recardo
    7 anos atrás
    Responder a  Ana Célia

    Então você é Veronica também?

    -quase mata uma senhora de 73 anos..
    – come a orelha de uma pessoa…
    – masturba-se em público…

    Resumo: uhul, “Somos todas Verônica”

    Simplesmente ridiculo isso

    Fabio
    Fabio
    7 anos atrás

    Caramba voces estão esquecendo que ela ou ele tentou matar uma idosa de 73 anos…..isso na cabeça fraca de voces e “normal”………levem para sua casa…..e para terminar colhe o que se planta.

    Pedro Henrique
    7 anos atrás

    Vejo pessoas prestando solidariedade para a travesti, principalmente porque ela está presa e é negra. Das dezenas de resenhas que já li sobre o caso, AINDA NÃO VI NINGUÉM PROCURAR SABER COMO ESTÁ O ESTADO DE SAÚDE DA SENHORA DE 73 ANOS QUE SOFREU GRAVES LESÕES NO CRÂNIO E, TAMPOUCO, DO CARCEREIRO QUE TEVE A ORELHA DECEPADA. Brasil…

    Marcos
    Marcos
    7 anos atrás

    Se o envolvido nesse episódio não fosse travesti as opiniões seriam as mesmas?
    “Rachar” a cabeça de uma idosa de 73 anos e arrancar a orelha de um carcereiro não vem ao caso agora, o que importa não é a idosa que vai ficar com sequelas permanentes ou o carcereiro que ficará desfigurado, a oportunidade é ímpar, um travesti negro, agredido e humilhado, vamos mentir que a peruca (veja na foto) que foi tirada dele era cabelo natural, isso vai impressionar mais, vamos mentir que a foto tirada de todos os detentos era só dele e que ele estava algemado não porque estava oferecendo risco à integridade dos funcionários e demais detentos (ou só a integridade de detentos travestis é responsabilidade do estado?) mas porque carcereiros odeiam travestis negros e fazem isso com todos que por ali passam.
    Que sorte isso tido ter acontecido, vai vender pra caramba!!

    Vitor Grando
    Vitor Grando
    7 anos atrás
    Responder a  Renato

    Burrice – e das grandes – e supor que tudo que ela sofreu se deu pelo simples fato de ser travesti ignorando sua história pregressa e também o fato de que, infelizmente, isso não é incomum nos presídios brasileiros.

    Sinto muito desmascarar suas utopias. Mas ela não apanhou por ser “trans”. Apanhou por tentar arrancar a orelha do sujeito. Aconteceria o mesmo sendo hétero.

    Vitor Grando
    Vitor Grando
    7 anos atrás
    Responder a  Ana Célia

    1) Ela tentou matar uma senhora;
    2) Ela se masturbou na cela;
    3) Ela arrancou a orelha do carcereiro.

    Se você ainda acha que ela apanhou por ser gay, então lamento. Nenhuma dose de realidade será capaz de mudar o seu fanatismo.

    Vitor Grando
    Vitor Grando
    7 anos atrás
    Responder a  Sergio

    Sérgio, não acredito na viabilidade de qualquer tratamento psiquiátrico para “recuperar” pessoas como essas.

    Juca
    Juca
    7 anos atrás
    Responder a  Ana Célia

    Prezada Ana Celia,
    Sobre o suposto corte de cabelo, a informação do delegado é que Veronica tinha cabelos curtos e usava peruca, e possivelmente isto é verdade. 1) muitas travestis usam peruca 2) note na foto, na região da testa, como p cabelo esta regular e artificial 3) Veronica é negra e manter o cabelo liso e longo (como esta na foto) é muito difícil e exige muito dinheiro pra isso. Portanto, ela provavelmente usava peruca.

    lucas
    lucas
    7 anos atrás

    E se ela tivesse matado a velha? Ja n bastou comer a orelha do carcereiro e bater uma tirando onda com os presos? Travesti o cacete…na hora de bater em velha e comer orelha eh um homem de forte… pra mim ficou até de graça essas porrada.

    Laura
    Laura
    7 anos atrás
    Responder a  Vitor Grando

    Vitor, você vai mesmo cair no discurso da Polícia? Será que foi mesma EXATAMENTE isso o que aconteceu, nessa mesma veracidade, na mesma ordem e na mesma intensidade?
    De onde você tirou essa informação da masturbação? Daquela matéria da Falha de São Paulo?

    Ainda que ela tenha tentado matar a senhora, qual a necessidade de ser colocada em uma cela com homens? Qual a relevância de cortar os cabelos e registrar fotos com os seios de fora? Qual a legitimidade para a humilhação da Verônica Bolina?

    Ainda que ela tenha feito o crime mais hediondo do mundo, NADA assegura que a “””””justiça””””” deva ser feita na delegacia.

    Os fatos de Verônica ser trans, negra, mulher só fortalecem o ódio dessa polícia misógina, racista e transfóbica!

    FRANCISCO
    FRANCISCO
    7 anos atrás

    Renato,

    Esse discurso de proteção a gays e afins deve ser repensado, acredito que todos são iguais, o fato desse meliante ser travesti não lhe dá direito de agredir ninguem.
    Aproveito para lhe fazer uma pergunta: o que vc faria se estivesse no lugar do carcereiro e seus colegas de trabalho? diria que esse meliante deve ser protegido por ser de uma minoria?
    Hipocrisia tem limite, agrediu vai levar porrada, seja travesti ou não, as coisas são assim e ão vão mudar só pq existem pessoas que se apiedam de travesti.

    Vitor Grando
    Vitor Grando
    7 anos atrás
    Responder a  Marcio

    O vosso FANATISMO vos impede de enxergar as coisas como elas são.

    “Há a possibilidade de os policiais teriam reagido desproporcionalmente e espancaram a tal pessoa deixando – por isso – o seu resto bastante desfigurado, o que é evidentemente um erro INDEPENDENTEMENTE do que o criminoso fez e devem ser julgados por isso.”

    Quem justificou agressão aqui, seu louco?

    Vitor Grando
    Vitor Grando
    7 anos atrás
    Responder a  Laura

    Laura, você vai mesmo cair no discurso do Jean Wyllys?

    Bom, Laura, no caso temos os seguintes fatos: (1) uma senhora de 73 com traumatismo craniano, (2) o pedaço da orelha do carcereiro.

    Você tem os seguintes fatos: (1) mimimi (2) mimimi (3) mimimi, etc.

    Sinto muito, mas se a realidade não lhe é suficiente, não posso discutir com fanáticos como você.

    Ah!

    “polícia misógina, racista e transfóbica!”

    #menosódio #maisamor tá? Polícia também é gente.

    Giovani Roggia
    Giovani Roggia
    7 anos atrás
    Responder a  Vitor Grando

    Victor Grando, sinto a necessidade de dizer que você justifica sim a agressão, apesar de ter colocado o “indevidamente” em letras maiúsculas. Durante todo seu comentário você coloca as supostas ações da moça como certezas absolutas, mas quando trata da tortura e humilhação à qual ela foi submetida, você trata o espancamento como uma “possibilidade de exagero” por parte dos policiais e chama a ação do carcereiro de “uma compreensível reação”. À parte disso, você constrói toda uma narrativa fictícia, sabe-se lá de onde. Você sabe, sem sombra de dúvidas, o que aconteceu? Você seria o único. Só quem sabe foi Verônica e os policiais e carcereiros que participaram da ação. Dessa forma, porque não nos atentamos aos fatos ao invés de fazer suposições pra sustentar suas posições ideológicas? O que é sabido: Verônica foi presa por uma briga com a vizinha. O motivo da briga, e a gravidade, é desconhecido. Ela foi presa em função da briga, ou seja, está sendo penalizada por suas ações. Ela mordeu a orelha do carcereiro. O que a levou a tomar tal atitude? Não se sabe. Maus tratos? Loucura? Pode ter sido tanto um quanto outro. Por um lado, ela supostamente é agressiva. Por outro, sabe-se muito bem o tratamento que é dado por agentes da lei a detentos, em especial se estes são negros, pobres e homo/transexuais. Por último, flagramos através da foto três violações inaceitáveis por parte dos agentes da lei enquanto ela se encontrava sob tutela do estado: 1) ela foi bastante espancada. 2) ela teve sua identidade transgênero desrespeitada ao ser exposta de seis à mostra. 3) ela teve sua foto tirada e divulgada por um agente da lei, configurando desrespeito à pessoa humana. Estes são fatos. Ela participou de uma briga e mordeu um carcereiro, e por isso vai responder/está respondendo perante a justiça. Mas ela também foi vítima de atrocidades bem mais graves, dado que executadas sob tutela do estado. Ela teve um direito seu fundamental desrespeitado, a sua condição transgênero, como muito frequentemente acontece com estes indivíduos. E mais, ela continua sob a tutela DOS MESMOS AGENTES QUE LHE AGREDIRAM E HUMILHARAM. Isso é inaceitável. Agora, pense nas agressões que ela sofreu: onde estão os culpados? Eles responderão por seus crimes? Porque eles permanecem protegidos sob o manto do estado quando evidentemente cometeram atos criminosos? Por que os agentes da lei, e pessoas como você, tentam justificar estes atos criminosos com base na suposta conduta da vítima ao invés de denunciá-los? É uma briga de David contra Golas: um indivíduo negro, pobre e transexual contra indivíduos uma corporação que goza de licença do estado para cometer crimes, criar provas e fabricar evidências, e ainda por cima detém a tutela física de sua vítima, com.todas consequências que disto advém. Você é claramente incapaz de compreender o alcance e a representação de um caso como esse é todos seus nuances nuances. Minha sugestão é que você ponha essa revolta e esse preconceito de lado e leia e aprenda.

    Giovani Roggia
    Giovani Roggia
    7 anos atrás
    Responder a  Nathália Campos

    Quando é que uma pessoa merece ser espancada, humilhada e exposta por fotografias na Internet por agentes da lei? Se ela quebrou leis e será punida por isso, por que a humilhação e o espancamento que ela sofreu, ao invés de ser punido como o crime que é, é considerafo considerado “merecido”? Você está sendo injusta, burra e preconceituosa.

    Giovani Roggia
    Giovani Roggia
    7 anos atrás
    Responder a  Tiago

    Ninguém se sensibiliza com ele porque ele está bem, no hospital, ganhará licença do serviço e a culpada (Verônica) será punida pelo que fez. Ao passo que ela foi agredida, humilhada e exposta sob a tutela do estado e POR AGENTES DA LEI, os quais jamais serão punidos ou responsabilizados pelo que ocorreu. Para piorar, ela continua à mercê destes seres naquela delegacia, algo inaceitável. Você realmente não é capaz de ver a diferença?

    FRANCISCO
    FRANCISCO
    7 anos atrás

    Quem defende esse tipo de gente deve leva-los para suas casas, bando de hipocritas.
    Porque defende-lo ? só porque é travesti e negro? ele deveria saber que ação gera uma reação, portanto deve arcar com as consequencias de ter se transformado em travesti, hoje há um forte movimento em defesa de viados e travestis, não vejo motivo para criarem leis especificas para eles, as leis já existem e devem ser usadas em defesa de todos. querem nos empurrar garganta abaixo essa cultura gay, não aceito isso, cada um leva a vida que quizer, mas eu não concordo e não sou obrigado a gostar, como tambem não tenho o direito de agredi-los nem insulta-los, mas o direito de não gostar isso ninguem pode me tirar.

    Alexandre
    Alexandre
    7 anos atrás

    Apanhou muito pouco pelo oq fez… Cadê a senhora que apanhou? E o carcereiro?? Esse movimento é ridículo e só incentiva a inversão de valores desse país em declínio

    trackback

    […] Ninguém perde, ou ao menos deveria perder, sua cidadania por ser travesti, por ser negra ou por estar presa. Nessa tripla condição social, Verônica Bolina nos denuncia, com seu próprio corpo, os tr…  […]

    Vinícius Lobo
    Vinícius Lobo
    7 anos atrás
    Responder a  Laura

    Sou contra as agressões, ponto. Ela é suspeita de matar uma idosa. Tenho certeza que se não fosse uma homossexual, a maioria diria que ela apanhou pouco.

    Salvador
    Salvador
    7 anos atrás

    Não se esqueçam. Quem agrediu uma idosa quase levando a morte foi um homem, quem arrancou a orelha do carcereiro foi um homem. Deixem de besteira protetores estúpidos, travesti não é mulher, travesti é um homem travestido de mulher, oque ela ou ele, sei lá q porra é aquilo fez não merece essa repercussão toda. Teve oq merecia e ainda foi pouco!

    Joyce
    Joyce
    7 anos atrás
    Responder a  Vitor Grando

    Não sou nada de Verônica, ela me envergonha isso sim, não por ser travesti, mais pelo caráter! o PROBLEMA DE WYLLYS, É QUE DEPOIS QUE VIROU MILIONÁRIO E DEPUTADO, ele acha que pode mandar em tudo e ser o ouvido e ser o certo, nunca se iluda meu bem, temos nossos direitos e também, ele tem trauma que quer que todo mundo se sensibilize com os outros homossexuais, se for homossexual e fizer qualquer coisa de ruim, não interessa vira mocinho na história, ele deixou isso subir a cabeça e tá se tornando patético e doente.

    Lacy
    Lacy
    7 anos atrás

    Realmente, desta vez, não adianta defender o travesti. Ele esteve totalmente errado. Tentou matar uma idosa, bateu em dois vizinhos, na cadeia se masturbou na frente dos demais presos, arrancou a orelha do carcereiro, etc. Com certeza, também deve ter ofendido os policiais. Esse travesti, como ser humano, não é flor que se cheire. Sinto muito.

    Lucas Luccari
    7 anos atrás

    Nada contra travesti, gays ou lésbicas, tenho muita amizade com este pessoal que gente boa.
    Mas eu penso, uma pessoa que quase mata uma idosa mais de 70 anos,masturba dentro carceragem e depois arranca um pedaço da orelha do carcereiro.
    Afina, direitos humanos tem ficar no lado de gente de bem,no caso desta pobre senhora que quase foi morta por este indivíduo. E direitos humanos tem que ser para humanos direitos e não vagabundos que deitam e rolam em cima de gente bem e dos estado.

    Jaqueline.
    Jaqueline.
    7 anos atrás
    Responder a  Renato

    “O que Veronica fez iú deixou de fazer não importa nesta oportunidade” Realmente, que pais é esse onde um travesti não pode espancar uma idosa de 73 anos, arrancar a orelha de um carcereiro e se masturbar em uma cadeia ? Ahhhh coitadinha, o carcereiro foi atrapalhar a masturbação da coitada e realmente ela estava no direito dela de arrancar a orelha dele né ? Ahhh me poupe vai, o Brasil virou um país nojento onde a pessoa já vira vitima pelo simples fato de ser negro e travesti ou por ser um menor de idade… Simplesmente ridículo !!!

    Roberto
    Roberto
    7 anos atrás

    O ativismo doentio nesse país me enoja. Uma idosa por pouco não foi assassinada e ignorantes se metem a inverter os valores da história. Não se envergonham? Esse site deveria se retratar publicamente.

    Saturnino Estrada
    Saturnino Estrada
    7 anos atrás
    Responder a  Ana Célia

    Faço minhas as palavras de um amigo pelo qual fiquei sabendo dessa tragédia:

    “Eu sei que pra muitos já ‘encheu o saco’ ficar falando desse caso bizarro, mas o que me chamou a atenção foi o SILÊNCIO E A INÉRCIA da MÍDIA em buscar a versão da VÍTIMA (pelo menos todas as matérias que vi falavam do AGRESSOR PRESO, que, supostamente, teria sido VÍTIMA de violência na delegacia), mas, enfim, aqui (http://noticias.r7.com/sao-paulo/eu-abri-a-porta-e-ela-disse-que-ia-me-matar-diz-idosa-agredida-por-travesti-em-sao-paulo-19042015) vai a PALAVRA DA VÍTIMA, que foi deixada de lado devido a essa insanidade chamada politicamente correto, que de correto não tem nada. O que ocorre é que está havendo um claro ENDEUSAMENTO DA ESCÓRIA QUE CAMPEIA A SOCIEDADE, movimentos patrocinados por entidades sinárquicas que por sua vez dominam a mídia e o sistema educacional,alastram o veneno pós moderno de culto ao GROTESCO, AO BIZARRO, AO FEIO, À ARTIFICIALIDADE…”

    Quanto a mim, digo o seguinte:

    QUEM DEFENDE ESSA ESCUMALHA, DEVERIA RECEBER O MESMO TRATAMENTO QUE ELA RECEBEU DO POLICIAIS, QUE COMO O PRÓPRIO TRAVECO COLOCOU POSTERIORMENTE: “FIZERAM O SEU TRABALHO”.

    PARABÉNS POLICIAIS.

    Gus Van Sant
    Gus Van Sant
    7 anos atrás

    tentou matar uma idosa, atacou policiais e como sempre, para os direitos dos manos ela é que é vítima, porque para eles travesti, negra tem o direito de fazer isso.
    vocês podem ser todas verônica, eu acho é pouco!

    SANDRA
    SANDRA
    7 anos atrás
    Responder a  Ana Célia

    Vitor nao sei das qtas… vc e policial ne? rs
    Nao sou lesbica. Nao sou dos direitos humanos. Sou alguem que respeito o proximo.
    Paragrafo por paragrafo.
    Uma senhora “brasileira” de 73 anos ( provavelmente uma ignorante como vc que nunca vai aprender a respeitar uma pessoa que decide assumir a propria sexualidade) morando do lado de um travesti… imagino os insultos que este travesti deve ter aguentado ao longo do tempo que morou ao lado desta senhora ao ponto de perder o controle. A senhorinha se manisfestou? Outros vizinhos se manisfestaram? Entao nao se sabe o real motivo p/ tal descontrole. De qualquer forma, ela poderia ter se mudado, embora neste paisinho de merda, de gente atrasada ela so seria feliz se morasse no campo rodeada de animais pois estes nao julgam ninguem.
    Ela ( o travesti) mereceu ser presa.
    Quem disse que ela colocou a genitalia p/ fora e se masturbou? Policiais? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK…. nao me faca rir!!! Esta e raca mais nojenta e mentirosa do pais so perde p/ os politicos que tem.
    O carcereiro entra na cela p/ retira-la…. NAO DEVIA TER COLOCADO ELA NA CELA COM OUTROS PRESOS MASCULINOS P/ COMECO DE CONVERSA!!! Um travesti com rosto, corpo e cabelo que faz qualquer mulher morrer de inveja presa numa cela c/ marginais!!! Pq esse carcereiro nao colocou a filha dele la? E uma questao de senso… vai que e isso. A grande maioria dos policiais brasileiros so usam o cerebro p/ fazer maldades e falcatruas. Ele so perdeu a orelha? E A VERGONHA NA CARA POR CONTAR TANTA MENTIRA DESLAVADA?
    O seu compreensivo carcereiro e toda a corja que trabalha c/ ele a espancaram por ser negra, gay e bonita. Qtos deles sera que sao viados enrustidos? Pq eu nao chamo de homem ou de macho um ser que bate em alguem em grupo, ou que bate em alguem com algemas. Ou que joga este alguem c/ corpo de mulher numa cela c/ marginais p/ ser estuprada.
    Digamos que ela seja doente, perturbada… meu caro senhor da idade media… neste caso o lugar dela era num hospicio e nao na cadeia. Ser gay ou lesbica num pais de ignorantes deixa qualquer um louco.
    Nao gosto de Jean Wyllys. Como disse antes Veronica tinha que ir p/ a delegacia por agressao e ser tratada como uma cidada normal… Veronica foi julgada por ser travesti nao por agredir uma idosa. Ela e a bandeira da vez sim. E sabe o que vai acontecer? NADA. E alem de todo o preconceito que provavelmente sofreu a vida toda por ser gay agora ela tera varios traumas. Trauma de policia, que a maioria dos brasileiros tem, trauma por ter sido estuprada, trauma por ter sido desfigurada e humilhada. E pouco p/ vc?
    Palhaco. Heterossexuais tbem apanham de policia e tbem sao estuprados na cadeia. E Veronica sofreu o que sofreu pelo unico motivo de ter escolhido ser travesti.
    Gente como vc so leva algo assim a serio qdo tiver um filho gay passando pela mesma situacao. Cuidado. Nao gospe p/ cima.

    Horácio
    Horácio
    7 anos atrás

    Temos vários gênios sugerindo que a tal ” moça ” foi torturada pela polícia. Ledo engano a polícia quando tortura não deixa marcas, eles sabem burlar um exame de corpo delito. Há a famosa borracha da na sola do pé. Outros possuem luvas estofadas solares às luvas do UFC. Com essas luvas é possível socar vários pontos do corpo sem deixar hematomas.

    Angelo
    Angelo
    7 anos atrás

    As pessoas estão vendo pelo gênero. Estão colocando os homossexuais numa redoma.
    Veja a história: agressão a uma idosa (lesão corporal grave), agressão ao agente penitenciário (lesão corporal gravíssima), atentado ao pudor.
    Agora, tira o gênero e veja apenas o sexo da pessoa: masculino. Será que teria tanta repercussão assim?
    Porque força de homem ele tem.
    Se fosse homem, talvez sairia de lá morto e não teria essa repercussão.

    Michelli
    Michelli
    7 anos atrás

    Interessante que os Direitos Humanos vem correndo em defesa desta pessoa presa, porem, quando ouvi a noticia fiquei confusa pois, a pessoa foi presa por espancar uma IDOSA…pessoa indefesa que, se não fosse outra travesti, a referida senhora estaria morta…entao , indago, onde estão os Direitos Humanos desta senhora?!…Eu não sou Veronica!!!

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