Feminicídios na Argentina: por que os policiais matam mais

Entre 2015 e 2017, segundo o Centro de Estudos Legais e Sociais, apenas na província e na cidade de Buenos Aires, 23 mulheres foram assassinadas por funcionários das forças de segurança. Na maioria dos casos, agentes estavam fora de serviço.

Pacote de leis proposto por Moro pode criar brecha que beneficia feminicidas

Especialistas ouvidos pela Ponte divergem sobre impacto da alteração na legítima defesa em casos de feminicídio: de um lado, tese de ‘violenta emoção’ já é usada para defender agressor; de outro, brecha pode até excluir pena.

Mulheres argentinas exigem punição aos acusados de estuprar e matar estudante

Marcha de mulheres pede revogação de sentença que absolveu acusados do feminicídio de Lucía Pérez; mãe de vítima se emociona: ‘o grito de cada uma de vocês é o grito da minha filha’.

Brasil tem 175 assassinatos por dia, 14 cometidos por policiais, aponta estudo

Letalidade policial aumentou 20% de 2016 para o ano passado, segundo Anuário do Fórum Brasileiro da Segurança Pública; três mulheres são vítimas de feminicídio por dia e número de estupros cresceu 8,4%

‘Com um braço ele segurava a minha filha e com outro me agredia’

Vítima de tentativa de feminicídio, Layana conta como é viver no Piauí, estado brasileiro que mais mata mulheres em razão do gênero; em uma das agressões, ela estava grávida e perdeu o bebê.

Vítima de feminicídio na zona leste de SP sofria violência há pelo menos 8 meses

Em entrevista à Ponte, mãe de Rafaela, morta pelo companheiro, desmente versão dele e conta que o relacionamento do casal, que começou a morar junto em março, sempre foi abusivo

Enquadradas: a violência de gênero nas abordagens policiais

Apesar da falta de estatísticas, mulheres, principalmente negras e moradoras das periferias, enfrentam enquadros abusivos. A falta de dados faz com que o assunto seja silenciado.

15 minutos atrás

Estado com maior taxa de feminicídio, Roraima tem uma única delegacia da mulher

Relatório da ONG Human Rights Watch conclui que violência doméstica é generalizada no país e aponta a impunidade, falha das autoridades em responder aos casos e machismo como principais causas

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