‘Vivo neste vazio da não resposta’, diz irmã de vítima dos Crimes de Maio

Paulo Alexandre desapareceu em maio de 2006, durante ofensiva do Estado em resposta a ações do PCC em SP; Francilene lembra que maiores vítimas foram, como sempre, os ‘corpos matáveis’ das periferias.

9 minutos atrás

Após 7 anos de recursos, Justiça mantém condenação do Estado por Crimes de Maio

Instâncias superiores mantém decisão da Justiça de SP por danos morais e pagamento de pensão de um terço de salário mínimo para Débora da Silva, fundadora das Mães de Maio. Agora, Estado não pode mais recorrer.

Cordão da Mentira e Mães de Maio protestam contra dez anos de impunidade

Em ato no centro de Sao Paulo, grupos lembraram os Crimes de Maio de 2006 e pediram Justiça pelos mortos no período democrático ”Eles não…

7 minutos atrás

O encontro de Débora, das Mães de Maio, com Rute Fiuza

Negras, pobres e guerreiras, elas dividiram a mesa de debates que abriu o Primeiro Encontro Internacional de Vítimas do Estado, promovido pelo Movimento Independente Mães…

2 minutos atrás

7 anos depois, Janot pede federalização de chacina dos Crimes de Maio

Procuradoria-Geral da República levou sete anos para levar adiante pedido, feito em 2009, para que Polícia Federal investigue chacina ocorrida no Parque Bristol. Janot afirma que investigações do crime em São Paulo cometeram “falhas e omissões gravíssimas”.

“Se Deus vier que venha armado”: entre a arte e a realidade

Se “Deus vier que venha armado” é o título do filme de estreia do diretor Luis Dantas, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (12/11).
O enredo tem como pano de fundo a segunda onda de ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) em São Paulo, em 2012, que deixou um saldo de mais de uma centena de policiais mortos. Premiado no 23º Festival Iberoamericano CineCeará e no FestAruanda 2013, em João Pessoa (PB), o longa tem um roteiro bem elaborado, impactante e consegue ser acessível sem cair no didatismo.

Contribua com a Ponte

Clique para doar

Catarse

feito por F E R A