Moradores do Moinho falam em rotina de repressão da PM, um mês após morte de jovem

1 minutos atrás

Foto: Sérgio Silva/Ponte Jornalismo

Há exatamente um mês, policiais militares da Rota executaram Leandro de Souza Santos, dentro da casa de uma moradora, na favela do Moinho, no centro de São Paulo

Os dois policiais da Rota, grupo de elite da Polícia Militar de São Paulo, que, segundo testemunhas, participaram da tortura e execução de Leandro de Souza Santos, de 18 anos, no dia 27 de junho, foram afastados das ruas, mas seguem realizando atividades administrativas enquanto a investigação no DHPP ainda não foi concluída. Após um mês, testemunhas do assassinato relembram os fatos daquela terça-feira, parentes e amigos falam da saudade e moradores contam que após a morte do jovem, a repressão policial aumentou na região.

Ouça a reportagem de Claudia Rocha, especial para a Ponte Jornalismo, com sonorização de Emerson Ramos:

Procurada, a SSP, por meio da CDN Comunicação, enviou a seguinte nota:

A SSP informa que o inquérito policial militar (IPM) instaurado pela Corregedoria continua em andamento e os policiais foram transferidos para o serviço administrativo na área central de São Paulo. O caso também é investigado pelo DHPP por meio de inquérito policial para apurar as circunstâncias em que o fato ocorreu.

A reportagem da Ponte Jornalismo também questionou a SSP sobre a declaração de uma testemunha, ouvida na reportagem, de que teria tido o celular confiscado pelos PMs e sido obrigada a apagar o conteúdo. A pasta não respondeu a pergunta.

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