Marcha das mulheres negras e indígenas pede o fim da violência de gênero e de raça

Sonia Ará Mirim, da aldeia do Jaraguá, no centro de uma disputa judicial | Foto: Maria Teresa Cruz/Ponte Jornalimo

Representantes indígenas engrossaram coro pedindo demarcação de terras;  evento acontece pelo terceiro ano consecutivo e tem entre as bandeiras o feminismo negro e o fim do genocídio da população negra e pobre

Organizada pelo coletivo autônomo Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, a “Marcha de Mulheres Negras e Indígenas por nós, por todas nós, pelo bem viver” reuniu centenas de pessoas nesta terça-feira (25/7), que se concentraram na praça Roosevelt e seguiram até o Largo do Paissandu, onde foi encerrado com apresentação de MC Sofia.

É o segundo ano consecutivo da marcha na capital paulista. Em 2015, a marcha levou a Brasília cerca de 50 mil mulheres que lutam contra a opressão do machismo, o racismo e a violência de gênero, bem como o genocídio do povo preto, pobre e periférico.

Acompanhe a reportagem na Rádio Brasil Atual:

Alguns registros da marcha:

Sonia Ará Mirim, da aldeia Guarani do Jaraguá | Foto: Maria Teresa Cruz/Ponte Jornalimo
Foto: Maria Teresa Cruz/Ponte Jornalismo
Yalorixas abrem os caminhos no início da marcha | Foto: Maria Teresa Cruz/Ponte Jornalismo

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